Apesar da falta de assiduidade nas postagens devido ao período de fim de curso e festas de fim de ano, esperamos em 2010 continuar com Luxiuoso, se possível postando com mais frequência.
Desejamos uma ótima festa de ano novo e que 2010 seja repleto de realizações e coisas boas para todos.
Um forte abraço e dia 15 de janeiro tá chegando!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Os seguidores de bunda
A blogada de hoje vai tratar de um tema especial, os "seguidores de bunda". Não sei se isso se trata de uma confraria, seita religiosa, filosofia de vida, momento de lazer, arte, visão política, taradismo ou um clube. Não existe definição para o que é ser um seguidor de bunda, desculpe usar o termo "bunda", mas qualquer outro termo desconfiguraria o assunto em questão. Enfim, para quem não conhece e não sabe nada sobre o assunto, aqui é o lugar, é só aqui mesmo, porque na verdade jogando no google o termo "seguidores de bunda" aparece apenas uma indicação e você ainda terá de esperar 0,24 segundos pra isso, pra um site que não fala muita coisa. Já que o luxiuoso está sendo pioneiro nesse assunto em meio a este vasto mundo virtual, fica aqui a tentativa de fazer uma postagem a altura do que o tema merece. Como diria uma professora minha "chega de enroleixon" e vamos definitivamente ao ponto.
Bom, o "fazer" de um seguidor de bunda o próprio nome já diz, é o sujeito que literalmente segue bunda, mas há um fator relevante e que o diferencia dos demais e que se denomina simples tarados (não quer dizer que um seguidor é um tarado especial, ele é um ser refinado apenas), é que se trata da habilidade em seguir e isso é que faz do sujeito um legitimo membro desse grupo, como já citado antes indefinido. O fato de seguir uma bunda por seguir é comum, principalmente entre os homens, mas alguns tem um dom e o fazem com maestria. No caso mais próximo o melhor lugar pra isso talvez seja o centro de Porto Alegre, esse lugar tem o que existe de pior, mas também o que tem de melhor talvez. A "rua da praia" então é perfeita, basta estar ali na zona perto da Casa de Cultura Mario Quintana, avistar o alvo que te conduzirá em meio a multidão e garanto, o seguidor chega na Santa Casa bem tranquilo, basta ter habilidade e concentração. Os seguidores na verdade acabam por ser conduzidos pelos instrumentos a quais avistam, é verdade, existem casos de pessoas que simplesmente foram para o oposto de sua rota, simplesmente por causa de uma bela e boa bunda, convenhamos que deve ter tido um bom motivo para isso. É complicado falar sobre esse assunto e não ser completamente (meio) vulgar, juro que to tentando manter o nível aceitavel, mas é bem díficil, pois o que fazem com os seguidores "é um crime". Um exemplo então é que conheço pessoas que saem do trabalho e quase não almoçam, ficam feito andarilhos sem rumo, ao passo que onde for o alvo o sujeito vai, é um momento de se desligar do mundo, dos problemas e andar sem rumo, simplesmente livre e com o pensamento livre, as pernas não cansam, os olhos não piscam e a imaginção... Essa depende de cada um. É engraçado andar no centro, principalmente, pois é muito comum ver seguidores em ação, dependendo da bunda se vê quase uma legião, feito um rastro, simplesmente indo para onde a bunda for, e azar que o chefe tá esperando, ou se vai perder o ônibus. Sobre o destino, as vezes ele é cruel e faz você se complicar por ter se atrasado demais para um compromisso, devido ao fato da bunda ir a um lugar completamente diferente do que se necessitava, é somente quando se sai do "transe" é que vai prestar atenção nisso, mas o destino também pode ser generoso, e a bunda pode estar indo pro mesmo local que tu, quando isso acontece sinta-se especial e premiado, além do mais, são essas demonstrações que você pode se achar um verdadeiro profissional no assunto.
Lembro a todos que esse é um grupo secreto, um grupo não sei do que, mas é secreto. Pois nem procurando no google podemos achar informações concretas. Nem todos são seguidores, até porque nem todos tem a habildiade pra isso, eu mesmo posso estar aqui falando sobre o assunto, sendo um leigo ou profissional, simplesmente estou falando sobre isso por achar um assunto interessante, pelo menos eu acho né?!
Frase do dia de Homer Simpson:
"Ele já sabe como gosto do meu drink... Com muito álcool"
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A "função social" do boné nos anos 90

As vezes passamos momentos conturbados na vida, mas nada disso é capaz de derrubar, bem pelo contrário, nos fortalece. Hoje a blogada luxiuosa vem abordar um tema direto dos anos 90, o assunto surgiu em uma conversa no bar do Dona Leonor. Ben Hur, Lucas e eu comentávamos sobre as modas e manias que eram praticamente regras e, que faziam parte do grupo de acessórios que um adolescente (cada um a sua época) era obrigado a ter para se incluir socialmente. Chegamos a conclusão que antigamente era mais uniforme essas regras e não se tinha tantas "tribos" como hoje, mas mesmo em grupos cada vez menores essa gurizada segue algumas regras de comportamento, vestimenta e atitude dentro de sua "tribo". Nesse papo de bar (sem alcool), Lucas e eu relembramos algo que é digno de se escrever aqui, justamente sobre uma dessas normas de encaixe social que existia na nossa adolescência. O boné não era um item obrigatório, mas quem planejasse usar este acessório teria que seguir uma série de regras para o boné ser reconhecido, por que se ele não fosse, provavelmente seu filme seria queimado,e tu perderia pontos entre os amigos e, pior de tudo com as meninas. Como todos querem manter uma imagem para os amigos e todos queriam impressionar as meninas ninguém ousava não seguir o "manual". Era uma época que só era válido o boné, se fosse importado, e para ser importado tinha uma série de especificações. Tinha que ser de algum time americano de basquete, baseball, hóquei ou futebol americano. Bonés que se usa hoje de marcas como Adidas e Nike não tinham valor, a arte do boné tinha que ser bordada, jamais pintada ou algo além de bordado, o regulador de tamanho tinha que ser de plástico, com "uma linha" só de abotoadores. Quem pensa que aqui terminam as regras se engana, a aba não podia ter estampa ou o bordado já citado, o tecido na parte inferior tinha que ser verde, e com "oito linhas" costuradas na disposição da curva da aba, ah! alguns botavam a mesma dentro de um copo, para ficar bem ovalada, aba reta ainda não era bem vista. Existiam outras normas, como a etiqueta, não podia ser forrado internamente com esponja, e a "bolinha" do centro do boné tinha que ser de metal, sem esquecer claro que não podia ser de "redinha" o material do acessório. Era engraçado porque quando se comprava um novo boné, todos os amigos pediam pra vê-lo e inspecionavam, por mais que tu prestasse atenção antes de comprar sempre faltava um item e se ouvia aquele velho termo, "esse boné não é gringo, não gostei", ou torcia que alguém dissesse que era gringo sim, ou que a notícia não se espalhasse, porque se não estava decretada a aposentadoria do acessório.O Boné era também um medidor de status, nem todo mundo fica bonito com a peça, mas mesmo assim lá estava o cara gastando o dinheiro do pai e da mãe pra ficar na moda, o boné quanto mais imponente, mais "tu era o cara", mas bonito ficava e consequentemente mais atenção das meninas chamava. Não sei ao certo se ainda hoje é assim, pelo que vejo -mesmo que de fora-, me parece que a gurizada ainda tem regras, mas muito menos unificadas do que nos anos 90, pois naquela época ou era "assim" ou, não era, não existia muita escolha, hoje vejo muito mais estilos diferentes e, que cada um segue sua rega interna é claro, mas é bem mais amplo.
Agora a frase do dia de Homer Simpson
Agora a frase do dia de Homer Simpson
"Eu não bebo água… Os peixes transam nela."
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Festa Olimpica
Acabo de escutar o anuncio do Rio de Janeiro como sede Olímpica de 2016, onde a população carioca comemora com toda a legitimidade que tem a decisão do Comitê Olímpico Internacional. Mas inevitavelmente surgem algumas questões, pois Rio de Janeiro sede olímpica o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014 sugere a nossa maior idade no cenário esportivo internacional.
Como não posso me furtar de dar a minha opinião como pretenso historiador, pensa que sim estamos diante de dois eventos de raríssima importância para o desenvolvimento do esporte no Brasil, entendo que o esporte é sim um dos meios de combate à pobreza, a miséria, ao analfabetismo, a falta infra-estrutura entre outras mazelas de ordem social.
De qualquer forma saúdo o Brasil por suas conquistas esportivas no cenário internacional, entendo também que o Brasil assume de vez a posição de liderança política na América Latina quando superar o impasse diplomático em Honduras, superando isso em conjunto com as conquistas do esporte juntamente com a política exterior, vejo sim o Brasil abandonando de vez a sua posição de emergente para assumir uma posição de país líder das Américas do Sul e Latina. Não faltarão lideranças da América Latina a criticarem como já o fazem essa posição no cenário internacional, mas isso é fruto de uma adequação política iniciada a algumas décadas do Brasil, questões ideologicas a parte, o fato é que a evidencia é muito melhor do que o ostracismo, pois bem estamos na moda, nos noticiários internacionais .Não desprezo em hipótese alguma às mazelas internas do nosso país, não ignoro em momento algum a nossa constante tensão política, muito antes pelo contrario acredito que estes eventos fazem parte da quebra do paradigma nacional e na emergência de novos paradigmas que pra alguns não parecem tão novos assim, o Brasil passa sim a criar mecanismos de justiça social sem se furtar de estreitar suas relações internacionais como grande potencia que é ,pelo menos em tese. Não tenho a intenção de incitar um movimento nacionalista, mas sim de valorizar o Brasil, não faço parte daquele grupo de descrentes dos rumos da nação me considero sim um otimista em relação às potencialidades do Brasil, faço coro ao comitê olímpico brasileiro que venha a Copa do Mundo e depois as OLIMPÍADAS e veremos realmente do que somos capazes, pois o esporte responsável por tantas transformações nas vidas de alguns atletas quem sabe não será o agente transformador do Brasil, deixo essa questão para quem quiser respondê-las, pois preferencialmente estarei lá pelas bandas da Capital do Império Brasileiro a fim de desfrutar as belezas de um “País Tropical, Abençoado por Deus e Bonito por Natureza".
PARBÉNS RIO DE JANEIRO
Ben Hur Rezende
Como não posso me furtar de dar a minha opinião como pretenso historiador, pensa que sim estamos diante de dois eventos de raríssima importância para o desenvolvimento do esporte no Brasil, entendo que o esporte é sim um dos meios de combate à pobreza, a miséria, ao analfabetismo, a falta infra-estrutura entre outras mazelas de ordem social.
De qualquer forma saúdo o Brasil por suas conquistas esportivas no cenário internacional, entendo também que o Brasil assume de vez a posição de liderança política na América Latina quando superar o impasse diplomático em Honduras, superando isso em conjunto com as conquistas do esporte juntamente com a política exterior, vejo sim o Brasil abandonando de vez a sua posição de emergente para assumir uma posição de país líder das Américas do Sul e Latina. Não faltarão lideranças da América Latina a criticarem como já o fazem essa posição no cenário internacional, mas isso é fruto de uma adequação política iniciada a algumas décadas do Brasil, questões ideologicas a parte, o fato é que a evidencia é muito melhor do que o ostracismo, pois bem estamos na moda, nos noticiários internacionais .Não desprezo em hipótese alguma às mazelas internas do nosso país, não ignoro em momento algum a nossa constante tensão política, muito antes pelo contrario acredito que estes eventos fazem parte da quebra do paradigma nacional e na emergência de novos paradigmas que pra alguns não parecem tão novos assim, o Brasil passa sim a criar mecanismos de justiça social sem se furtar de estreitar suas relações internacionais como grande potencia que é ,pelo menos em tese. Não tenho a intenção de incitar um movimento nacionalista, mas sim de valorizar o Brasil, não faço parte daquele grupo de descrentes dos rumos da nação me considero sim um otimista em relação às potencialidades do Brasil, faço coro ao comitê olímpico brasileiro que venha a Copa do Mundo e depois as OLIMPÍADAS e veremos realmente do que somos capazes, pois o esporte responsável por tantas transformações nas vidas de alguns atletas quem sabe não será o agente transformador do Brasil, deixo essa questão para quem quiser respondê-las, pois preferencialmente estarei lá pelas bandas da Capital do Império Brasileiro a fim de desfrutar as belezas de um “País Tropical, Abençoado por Deus e Bonito por Natureza".
PARBÉNS RIO DE JANEIRO
Ben Hur Rezende
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Eu quero ser o Homer Simpson
Hoje tive vontade de vir aqui no Luxiuoso para falar de um ídolo, Homer Simpson. O personagem patriarca da série de TV que a mais tempo está no ar e, se não me engano a mais longa da história com 20 temporadas, Os Simpsons. Homer é um ser muito peculiar, até porque não é sua pele amarela que chama a atenção e sim, seu jeito completamente insano de ser. Eu to me esforçando para ser parecido com ele em alguns aspectos e concluo que tenho alguns êxitos, entre eles, o porte físico, pois meu barrigão está a caminho, lá pelos 40 anos ficará parecido, curto uma cerveja que nem ele e, meus melhores amigos são uns bêbados, incomodo minha mulher como ele incomoda a Marge e não levo meu trabalho nada a sério.
Meu ídolo se envolve em histórias que só desenho animado pode proporcionar, ele já foi motoqueiro, roqueiro, gângster e atração bizarra de shows de rock, mas provavelmente em todas oportunidades ele estava bêbado. Acho brilhante esse personagem, pois varia entre engraçado, sarcastico, inconsequente, burro, ironico, desengonçado etc... Mas vejo no Homer uma crítica (e na série em si) a sociedade, principalmente a americana, pois ele vive lidando com casos estereotipados de personalidade e comportamento, de modo que fique engraçado é claro, de vez em quando pra variar alguém da família, ou a famíla toda dá umas cutucadas em algumas coisas não americanas, e consequentemente rola toda uma polêmica, assim como quando citaram nossa querida pátria, o Brasil. Cada episódio fazem do personagem um cara ao mesmo tempo sem carater, mais também inocente por isso, tudo por causa do seu jeito na qual essas 20 temporadas já fizeram o espectador levar numa boa suas loucuras. Particularmente gostaria muito de ser parecido com o Homer, porque se tem algo que ele faz melhor que ninguém é viver a vida.A partir das minha próximas blogadas, sempre encerrarei com uma das ilustres frases sábias de Homer Simpson. Ele é muito mais que um poeta, vai muito além de um filósofo ou um cara letrado, é um homem da vida, Homer é um cara que frequenta bar.
"Você pode ter todo o dinheiro do mundo, mas há algo que jamais poderá comprar: um dinossauro."
Homer Simpson.
Um abraço a todos
André Bugallo
sábado, 26 de setembro de 2009
Fotos da participação Luxiuosa na Semana Academica de História do IPA
Agradecimento especial para a Paulinha, nossa fotografa oficial.
GOSTARIA TAMBÉM DE MANDAR UM SALVE PELA PRESENÇA DOS COLEGAS E PRINCIPALMENTE AOS LUXIUOSOS NO EVENTO, PARABÉNS A TODOS PELAS APRESENTAÇÕES.
>>>>CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR<<<<<<<<
AGRADECIMENTO LUXIUOSO PELAS FOTOS DA CAMILA
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Inter: Reinventando a tradição
Hoje tinha decidido desde cedo que não iria a aula, pois aproveitaria a noite para pôr nos eixos algumas leituras e trabalhos que estão em dia ainda, mas que me dedicando a eles me aliviaria nos próximos dias. Infelizmente aqui no meu bairro ficamos sem luz desde as 18 horas, acabei tendo todo meu planejamento perdido. Na busca de um "plano B" rumei ao estádio Gigante da Beira-Rio, onde aconteceria a estreia do colorado na Copa Sul-Americana diante da Universidad del Chile, o relógio já marcava mais de 20 horas quando decidi ir ao jogo e a luz nem sinal de vida tinha dado. Noite fria e chuvosa, encorajaram somente 6 mil "heróis" a sairem de casa para presenciar a "estréia" da camisa dourada do Internacional.
Na terça feira havia sido divulgado que o colorado não jogaria com seu tradicional uniforme, nem com o segundo, mas sim com o terceiro. Esse uniforme consiste na camiseta dourada, calção e meias vermelhas. Alguns torcedores criticaram a ideia, baseando-se no fato que esse uniforme não representa o clube, que a camisa é feia e que foge a tradição. Lendo e ouvindo comentários por aí tinha-se impressão que não seria o Internacional que ia entrar em campo hoje, pois os revoltosos mais radicais diziam que não compareceriam ao estádio somente por esse motivo, o da tal camiseta.
Vale lembrar a esses colorados tão tradicionais, que os uniformes do clube nem sempre foram nos moldes dos atuais, o primeiro uniforme era com listras verticais em branco e vermelho, calções brancos e meias pretas. Nos anos seguintes é que a camisa se tornou toda vermelha e, num primeiro momento com meias pretas, mais adiante com meias cinzas, para enfim se tornarem brancas nos anos 60 (careço de fontes em relação aos períodos). Ao mesmo tempo que se modificou os uniformes antigos ,será que houveram tanto blá blá blá quanto hoje? Em outros lugares do mundo é comum se ter um uniforme alternativo que fuja das cores tradicionais e, nem por isso os clubes fogem sua tradição ou origens, exemplo disso é o Barcelona, mesmo tendo uniforme reserva laranja, quem conhece um pouco futebol sabe que suas cores tradicionais são o azul e grená. Tenho notado ultimamente que é bem comum encontrar torcedores vestidos com camisa de goleiro, de treino ou passeio, que a principal característica é de ser do clube, mas na maioria das vezes de cor diferente da "tradicional".
Particularmente acho ótima a ideia, não sou radical ao extremo em relação a isso, para mim o uniforme titular é vermelho, o reserva é branco e o terceiro poderia ficar livre, exceto o azul obviamente. Hoje no Beira-Rio pode ter sido o ponta-pé inicial para uma reinvenção da tradição, hoje pode ter sido o marco de uma nova visão sobre o assunto e pode se tornar o dia em que vire tradicional o uniforme dourado ou de cor livre a cada ano. Só faço uma ressalva, acho que o patrocinador não tem que decidir com que uniforme o time entra em campo como supostamente teria acontecido nesse ultimo jogo, a tradição mesmo que inventada, com diz nosso amigo Hobsbawn, acho que tem que ser o mais natural possível.
Sobre esse novo uniforme ele tem uma grande chance de ser aceito, se o time for bem com ele, se continuar do jeito que foi hoje, não vai longe, nem o time na Sul-Americana e nem o uniforme no gosto do torcedor.
Assinar:
Postagens (Atom)

















